
Foto: Fernando Chaves
Presidente da comissão especial que discute o Projeto de Lei 4238/12, que estipula um piso nacional de R$ 3.182,96 e a regulamentação da profissão dos vigilantes, o líder do PSC, André Moura, reafirmou nesta quinta-feira (14) o compromisso do partido com a classe. “Já conseguimos aprovar o adicional de periculosidade de 30% para a categoria e agora não será diferente, vamos continuar lutando para que os vigilantes sejam valorizados, pois são de fundamental importância para a segurança privada e pública do país. O piso de R$ 3 mil é mais do que justo”, disse o sergipano.
Durante a reunião, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV), José Boaventura, ressaltou as reinvindicações da categoria e o apoio do líder do PSC à proposta. “O presidente André Mouta tem facilitado o diálogo com a nossa categoria e dado todo apoio à nossa causa. Além da regulamentação da nossa profissão e do piso nacional de R$ 3 mil, lutamos por um estatuto da segurança privada, armamentos mais modernos e porte de armas em tempo integral”, afirmou.
Além da CNTV, estavam presentes na audiência representantes da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores de Segurança Privada (CONTRASP).
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